O término do atual horário de verão está chegando, o momento dos brasileiros atrasarem os relógios em uma hora se aproxima. A alteração iniciada no dia 16 de outubro de 2011 chega ao fim à zero hora deste domingo, dia 26 de fevereiro. Ao contrário do que acontece normalmente, o ajuste não foi desfeito no terceiro domingo de fevereiro por este ter caído no período do Carnaval.

O Decreto nº 6.558 de 2008 é quem orienta o funcionamento do ajuste. Ele determina que a alteração nos ponteiros dos relógios deve ser feita a partir da zero hora do terceiro domingo do mês de outubro, prolongando-se até à zero hora do terceiro domingo de fevereiro do ano subsequente. A medida também estabelece que, quando a data de término coincidir com o domingo de Carnaval, o encerramento se estende ao fim de semana seguinte.

A norma possui o objetivo de conscientizar a população em relação ao aproveitamento da luz natural, além de estimular o uso, de forma racional, de energia elétrica. Na prática, o adiantamento do horário em uma hora diminui o carregamento nas linhas de transmissão, nas subestações e nos sistemas de distribuição, de forma que o atendimento em períodos de maior consumo – entre 18h e 21 horas (horário de ponta) – ocorra com maior eficiência.

Estados participantes
Ainda de acordo com o Decreto nº 6.558, o horário de verão é válido para todos os Estados das regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste do país e para o Distrito Federal. No dia 13 de outubro de 2011, foi publicado no “Diário Oficial da União” o Decreto n° 7.584, que incluiu a Bahia na medida.

Economia de energia
Nos últimos dez anos, a medida possibilitou uma redução média de cerca de 5% ao ano na demanda por energia no horário de maior consumo (horário de ponta), que ocorre entre 18h e 21h. Isto significa que as usinas deixaram de gerar, no horário de maior carga, cerca de dois mil megawatts a cada ano; ou duas vezes a carga no horário de ponta da cidade de Belo Horizonte, no caso do Sistema Sudeste/Centro-Oeste; ou ainda 75% da demanda da cidade de Curitiba, no caso do Sistema Sul.

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Aquisição foi feita por meio de 38.980.117 ações de emissão. Empresa realizará uma teleconferência na tarde desta quarta-feira para detalhar a operação

A Cosan (CSAN3) anunciou na noite de terça-feira que adquiriu 38.980.117 ações de emissão da América Latina Logística (ALLL3) por 896,542 milhões de reais, equivalentes a 5,67 por cento do capital da operadora logística.

A maior produtora de açúcar e etanol do Brasil firmou acordo com os acionistas Riccardo Arduini e Julia Dora Koranyi Arduini para aquisição de 21.977.775 ações ordinárias da ALL, ou 3,2 por cento do capital da companhia.

A Cosan adquiriu ainda ADRs equivalentes a 17.002.342 ações ordinárias da ALL, representativas de 2,47 por cento do capital da empresa, da neo-zelandesa Global Market Investments (GMI).

“O interesse da Cosan é investimento de longo prazo e, nesta data, a Cosan não detém nenhuma ação ou debênture conversível em ação de emissão da companhia (ALL)”, afirmou a empresa de açúcar e etanol no comunicado.

A operação ainda depende da obtenção de autorizações governamentais e aprovações regulatórias necessárias.

A Cosan informou ainda que realizará uma teleconferência na tarde desta quarta-feira para detalhar a aquisição, ainda sem horário definido.

Fonte: Exame

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Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) esperam que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerre este ano em 5,24%. A previsão da pesquisa divulgada na semana passada era 5,29%. Para 2013, houve ligeira alta na projeção, de 5% para 5,02%. Essas estimativas estão acima do centro da meta de inflação – 4,5% –, mas dentro do limite superior de 6,5%.

Os analistas consultados esperam que a taxa básica de juros, a Selic, usada como instrumento para controlar a inflação, caia este ano, mas retorne para o atual patamar (10,5% ao ano) em 2013. A previsão para o fim deste ano segue em 9,5% ao ano há dez semanas, e para 2013 permanece em 10,50% ao ano desde a pesquisa anterior.

Outra estimativa dos analistas é para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que passou de 5,21% para 5,02% este ano, e foi ajustada de 4,83% para 4,88% em 2013.

A expectativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu de 4,86% para 4,65% este ano e de 4,97% para 4,93%,em 2013. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a projeção passou de 4,78% para 4,62% em 2012 e permanece em 5% no próximo ano.

A estimativa dos analistas para os preços administrados foi mantida em 4% este ano e em 4,5%,em 2013.

Fonte: Agência Brasil

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